As capitais brasileiras até aumentaram a rede de ciclovias e ciclofaixas — foram 5% a mais em um ano, chegando a 4.266 km — mas o avanço ainda fica bem abaixo do necessário para virar o jogo da mobilidade urbana. O estudo da Aliança Bike mostra que, mesmo com 204 km adicionados entre 2024 e 2025, isso representa só 2,77% da malha viária total, e com enormes desigualdades entre cidades.

Novo panorama das ciclovias nacionais da Aliança Bike

As capitais brasileiras até aumentaram a rede de ciclovias e ciclofaixas — foram 5% a mais em um ano, chegando a 4.266 km — mas o avanço ainda fica bem abaixo do necessário para virar o jogo da mobilidade urbana. O estudo da Aliança Bike mostra que, mesmo com 204 km adicionados entre 2024 e 2025, isso representa só 2,77% da malha viária total, e com enormes desigualdades entre cidades.

 Enquanto São Paulo, DF e Fortaleza lideram em extensão, boa parte das capitais simplesmente não cresceu nada no período, especialmente na Região Norte. O relatório ainda mostra que algumas cidades, como Natal, tiveram saltos gigantes, enquanto outras seguem estagnadas — e nenhuma chega perto de dedicar 10% de suas vias aos ciclistas.

Quando a análise muda para proporção da malha cicloviária em relação à malha viária total, Fortaleza, Salvador e Florianópolis ficam no topo, mostrando que tamanho da cidade não é desculpa, e sim prioridade política. Ao mesmo tempo, capitais como Porto Velho, Manaus, Macapá e São Luís não chegam nem a 1%, reforçando o abismo regional. A metodologia do estudo também evoluiu, cruzando dados do OpenStreetMap com informações oficiais via LAI pra corrigir distorções e criar uma série histórica mais sólida.

Se você quiser mergulhar em todos os dados, mapas, rankings e detalhes da pesquisa, confira o material completo na íntegra acessando este link.

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