Deixa eu explicar melhor: não vou pular Carnaval em Cuba, afinal de contas, o melhor Carnaval do mundo é no meu Brasil! Eu vou para Cuba para mais uma cicloviagem internacional, dessas que mexem com a alma, desafiam o corpo e ampliam a nossa visão de mundo sobre duas rodas.
Enquanto muita gente vai estar curtindo bloquinho, samba e confete, eu estarei vivendo uma experiência diferente, pedalando por paisagens históricas, cidades coloniais e pelo mar azul do Caribe. Essa será mais uma jornada que reforça aquilo que sempre defendo aqui no Bike no Ar: a bicicleta é uma ferramenta de transformação, de conexão com culturas e de liberdade absoluta.

Como será o roteiro do Bike no Ar em Cuba
A viagem começa em Havana, com pedal pela região central e Avenida Malecón. Nos primeiros dias, faremos um city tour de aproximadamente 20 km por ruas históricas, palácios, museus e fábricas tradicionais.
Seguimos para Sancti Spíritus e Trinidad, com cerca de 70 km de pedal entre arquitetura colonial e zonas rurais preservadas. Trinidad é Patrimônio da Humanidade pela Unesco e será uma das bases da viagem.
Também pedalaremos até Playa Ancón, depois margeando o mar caribenho até Guajimico, seguindo para Cienfuegos e encerrando a jornada em Playa Girón, região histórica da Baía dos Porcos.
Cuba, ciclismo e mobilidade sobre duas rodas

Cuba tem uma relação histórica com a bicicleta como meio de transporte essencial. Em períodos de restrições econômicas, a bike foi solução real de mobilidade para a população.
Para nós, cicloturistas, isso traz uma experiência única: pedalar em um país onde a bicicleta é parte da vida cotidiana. Além disso, a ilha oferece praias caribenhas, zonas rurais preservadas e cidades coloniais impressionantes.
Conclusão
Cuba será mais um capítulo especial da minha trajetória como cicloturista e Bike Repórter. Não será Carnaval com marchinha, mas será Carnaval do meu jeito: com vento no rosto e estrada pela frente.
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